segunda-feira, 13 de abril de 2009

Como viver com a crise financeira no mundo, e o que mais nos interessa no Brasil

Os políticos do Brasil estão otimistas, mas na realidade nós temos uma crise em andamento, de uma forma ou de outra seremos atingidos, então precisamos reformular o modo de vida. Por exemplo: — vamos pensar quantos celulares compramos no ano passado?!!

Há crianças que gastam de três a quatro pastas escolares por ano e isso cabe aos pais ensinar seus filhos a cuidar de tudo que lhes pertence, para evitar gastos desnecessários. Não precisa ninguém entrar em pânico, nem deixar de fazer o que gosta principalmente o lazer que faz tão bem a saúde, nem deixar de comprar, é apenas contabilizar tudo e contrabalançar.

O consumidor terá que manter um equilíbrio na sua vida e comprar só aquilo que está precisando no momento, se houver esse controle o consumidor ficará bem, e os fornecedores estarão sempre gerando capital, porque sempre temos consumidores necessitando de compras, que não tem como fugir.

O Brasil está sendo atingido, mas temos um ponto positivo, porque em tempos de crise as famílias tendem a reduzir a compra de bens duráveis como carro e eletroeletrônicos e aumentam ou ao menos mantêm o consumo de produtos básicos como alimentos. Existe uma explicação básica para isso: as pessoas não vão deixar de comer. E o Brasil tem a maior fronteira agrícola do mundo e é o que leva o nosso país ainda estar no azul. Mas preocupação existe, precisamos preocupar, porém temos que seguir adiante.

Alguns setores são mais atingidos como os siderúrgicos, fábricas de produtos duráveis etc. O capitalismo sofre com a crise, mas tem que haver mudanças de valores, por exemplo: hoje o seguro desemprego para todos é de 5 meses e já se estudam a possibilidade de aumentar esse tempo, mas depende da medida provisória e do setor, quando um cidadão é demitido ele fica abalado emocionalmente e abala toda estrutura familiar. Então esse maior período de seguro desemprego, que está em estudo, não é para o cidadão ficar lamentando o que perdeu, mas procurar centralizar e capacitar, para seguir outro caminho.

Então digo para todos: — consumidores e fornecedores, não tenham medo, o medo é uma lente de aumento.

Corte as despesas, seja otimista, segure na mão de Deus e siga em frente. Mas corte de despesa não significa corte de funcionários, ou seja, demissões nas empresas

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